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GRUPO DE APOIO PSICOLÓGICO

É UM PROFISSIONAL DA SAÚDE MENTAL E TEM INTERESSE EM ATENDER DE FORMA VOLUNTÁRIA? 

Em meio à pandemia e ao aumento da demanda por recursos de saúde mental, membros da Associação Médico-Espírita Campineira (AMEC) iniciaram um grupo de apoio psicológico para atender pessoas que apresentavam sintomas psíquicos e não tinham acesso a recursos de psicoterapia.

O grupo funciona através de uma plataforma online, semanalmente e em horário fixo, de acordo com a disponibilidade do voluntário. O número de atendidos foi fixado em 5, a fim de que todos possam participar de forma satisfatória de cada sessão. O formato se assemelha a uma psicoterapia em grupo, mas com o diferencial que os participantes podem expor também pontos de vista relacionados à religiosidade e espiritualidade, uma vez que sabem de antemão se tratar de uma proposta espírita. Não é exigido, contudo, que os participantes sejam espíritas. Na desistência de um dos atendidos, outro será convidado a integrar o grupo.

O infográfico abaixo apresenta de forma resumida como será o funcionamento do projeto:

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O grupo funciona através da mediação de 2 profissionais, necessariamente vinculados à saúde mental e com alguma formação em psicoterapia, a saber:

  • Psicólogos;

  • Psiquiatras;

  • Profissionais de outras áreas com formação em psicoterapia;

  • Assistentes sociais com especialização em saúde mental,

  • Enfermeiros com especialização em saúde mental.

Na desistência de um dos mediadores, outro será convidado a integrar o grupo. Dessa forma, ainda que um dos mediadores esteja impossibilitado de participar, o outro poderá conduzir o grupo. Caso outros profissionais não listados acima desejem se tornar mediadores, poderão solicitá-lo à coordenação do projeto, que avaliará cada caso em particular.

Os mediadores poderão optar por realizar supervisão dos grupos algum dos coordenadores, a saber:

  • Márcia Pontara, Psicóloga

  • Gabriel Beraldi, Psiquiatra

A supervisão tem como objetivo guiar o atendimento de casos mais complexos ou decidir pela permanência ou desligamento de um dos atendidos, em caso de infração de regras de conduta, por exemplo. Outros supervisores poderão se juntar ao projeto ao longo de seu andamento, casos a serem discutidos individualmente pela coordenação do projeto.

A dupla de mediadores será convidada a assinar um termo de voluntariado, comprometendo-se a realizar os atendimentos por um período de 6 meses. Ao término do tempo estabelecido, o voluntário poderá optar por renovar seu contrato, se assim desejar. Da mesma forma, os atendidos estarão cientes da duração do grupo e poderão optar por dar continuidade ao atendimento em outro grupo, se assim desejarem.

Os atendimentos em datas comemorativas e feriados deverão ser acertados entre os mediadores e atendidos, podendo-se optar por realizar ou não o atendimento naquela data.

Faltas excessivas de um dos mediadores serão avaliados individualmente e ele poderá ser convidado a retornar ao projeto futuramente, quando houver maior disponibilidade. O contrato tem efeito de estabelecer um acordo entre o voluntário e a AMEC, com cláusulas que envolvam o profissionalismo e respeito dentro dos atendimentos, não incidindo em punição às partes envolvidas em caso de rescisão.

No primeiro dia de cada grupo, assim como na chegada de novos membros em sessões posteriores, serão reforçadas algumas regras de conduta que acreditamos serem imprescindíveis ao bom andamento dos grupos:

  • Todos os membros do projeto deverão se comprometer com a confidencialidade acerca de tudo o que é dito dentro dos grupos;

  • Todos terão oportunidade de falar em cada sessão. Cabe ao mediador a distribuição do tempo entre cada participante;

  • Todas as opiniões deverão ser ouvidas respeitosamente, mas na ocorrência de desrespeito religioso, racial, cultural, social, de gênero e orientação sexual, entre outros, o indivíduo será desligado do projeto, seja ele atendido ou mediador;

  • Os mediadores serão orientados a desestimular a discussão de temas envolvendo política durante os atendimentos;

  • Todos os membros do grupo deverão justificar suas faltas. Duas faltas consecutivas ou 3 faltas não-consecutivas não justificadas acarretarão desligamento automático do projeto;

  • Haverá tolerância de 15 minutos para ingressar na sala virtual. Após este período, o mediador não mais aceitará o ingresso de membros no grupo.

 

Outras regras de conduta poderão ser estabelecidas no andamento do projeto, avaliadas individualmente entre os coordenadores e mediadores.

O atendido poderá ser desligado do grupo:

  • Em caso de descumprimento das regras de conduta (listadas anteriormente);

  • Caso os medicadores e supervisores entendam que o atendido está apresentando uma piora psíquica na exposição ao grupo.

Nestes casos, ele será orientado a buscar um atendimento psicológico individual ou psiquiátrico e sua participação no grupo poderá ocorrer em um momento futuro, quando poderá se expor ao atendimento em grupo sem prejuízos psicopatológicos.

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